Não sou muito de falar no telefone, ainda sou meio tímida e falo pouco, mas com a minha prima Lívia eu me amarro. É só ouvir meu pai falar no telefone "oi Lívia" que já corro para pegar o aparelho e falar.
Bato altos papos com ela, que gosta muito de falar e já se expressa bem no telefone. Dia desses ela me chamou de "orelhinha" e achei muito engraçado, contando para todo mundo. No dia do aniversário da tia Dani ela contou que comeu doces, com destaque para o brigadeiro.
Meus pais e a tia Dani curtem nossas conversas e ficam pensando se realmente conseguimos nos entender...
16 de setembro de 2010
Tininha
Tenho uma prima pequenininha, chamada Valentina. Me amarro nela e sou toda carinhosa, dando atenção especial, perguntando o que ela quer, dando beijinhos etc. Mas ela, às vezes, quer os mesmos brinquedos que eu estou usando ou me dá uns tapas sem necessidade. Sempre minha mãe fala comigo: mas Aninha a Tina é pequenininha. E eu sempre concordo.
Dia desses, minha mãe falou novamente, logo após algum probleminha esses, que a Tina era pequenininha no que não me aguentei e respondi: mas vai crescer né?
Dia desses, minha mãe falou novamente, logo após algum probleminha esses, que a Tina era pequenininha no que não me aguentei e respondi: mas vai crescer né?
9 de setembro de 2010
Cachorros
Tenho uma relação curiosa com meus cachorros. Gosto muito dos dois, mas mantenho uma distância respeitável. Já tive épocas em que não podia chegar perto, tinha um medo danado deles, mas atualmente o negócio melhorou.
Desde pequena eles me respeitam. Papai ou mamãe saiam comigo no colo e eles não pulavam, não rosnavam nem nada do gênero, só acompanhavam a gente. Atualmente continua assim, se eu for para a varanda no colo de alguém, eles só observam. Se meus pais saem sozinhos, é um tal de pular em cima, querer brincar etc.
Desde pequena também, se eu estou na sala e a porta ou janelão estivessem abertos, eles não entravam. Se eu não estava, lá estavam eles dentro da casa.
Mas como disse, atualmente eles continuam me respeitando e eu aprendi que eles são meus amigos, ou como digo, "meus cachorros". Dia desses mesmo eu estava no puf da sala cara a cara com eles, que estavam na porta, aberta. Conversei com eles e disse: vocês ficam aí e eu aqui, tá bom? Ao que parece, eles compreenderam e permaneceram no lugar.
Desde pequena eles me respeitam. Papai ou mamãe saiam comigo no colo e eles não pulavam, não rosnavam nem nada do gênero, só acompanhavam a gente. Atualmente continua assim, se eu for para a varanda no colo de alguém, eles só observam. Se meus pais saem sozinhos, é um tal de pular em cima, querer brincar etc.
Desde pequena também, se eu estou na sala e a porta ou janelão estivessem abertos, eles não entravam. Se eu não estava, lá estavam eles dentro da casa.
Mas como disse, atualmente eles continuam me respeitando e eu aprendi que eles são meus amigos, ou como digo, "meus cachorros". Dia desses mesmo eu estava no puf da sala cara a cara com eles, que estavam na porta, aberta. Conversei com eles e disse: vocês ficam aí e eu aqui, tá bom? Ao que parece, eles compreenderam e permaneceram no lugar.
6 de setembro de 2010
Foto do papai
Estava brincando com o celular do papai e da mamãe um dia desses. Tem uns jogos lá que só eu conheço e só eu sei brincar, e fico apertando aquelas teclas no aparelho e fazendo os trejeitos. Me amarro em mexer nos celulares deles.
Já vi que papai tira fotos com o aparelho. Volta e meia tira uma foto minha e me mostra. Em um dia desses resolvi tirar uma foto dele. Me ajeitei, coloquei o olho no visor, mirei para o papai e avisei: peraí que estou colocando o gordinho aqui na foto. Para variar, meu pai caiu na gargalhada...
Já vi que papai tira fotos com o aparelho. Volta e meia tira uma foto minha e me mostra. Em um dia desses resolvi tirar uma foto dele. Me ajeitei, coloquei o olho no visor, mirei para o papai e avisei: peraí que estou colocando o gordinho aqui na foto. Para variar, meu pai caiu na gargalhada...
Fofinho
Não sei se vocês sabem, mas dobro meus pais com muita facilidade. Não tenho problema nenhum em usar meu charme para convencê-los. Volta e meia eles se fazem de durões, mantêm posição e tenho que ceder, mas muitas vezes eles não resistem.
Já faz tempo comecei a perceber isso e usar os mesmos métodos que meus pais utilizam comigo. Um dia estava de noite, na cama dos meus pais me preparando para dormir. Meu pai já querendo apagar. Virei para ele, sentei e mandei: faz um mamazinho para mim, fofinho? Isso tudo apertando as bochechas dele, como fazem comigo. Ele caiu na gargalhada e foi fazer a mamadeira.
Já faz tempo comecei a perceber isso e usar os mesmos métodos que meus pais utilizam comigo. Um dia estava de noite, na cama dos meus pais me preparando para dormir. Meu pai já querendo apagar. Virei para ele, sentei e mandei: faz um mamazinho para mim, fofinho? Isso tudo apertando as bochechas dele, como fazem comigo. Ele caiu na gargalhada e foi fazer a mamadeira.
3 de setembro de 2010
Dengo
Quase todas as manhãs acordo e papai está em casa. Quando acordo começa um dengo gostoso, um charme para que ele fique mais um pouco antes de ir trabalhar. Quase sempre vou para a cama dele, fico ali num misto de ver TV, fazer carinho no papai, brincar e ficar de preguiça. Isso vai rolando até a hora dele sair em definitivo.
Algumas vezes uso o que tenho para segurá-lo, não dou beijos, nao falo tchau, não deixo ele me dar um beijinho de despedida, mas não adianta muito e já estou vendo que terei que mudar a estratégia ou me conformar que ele tem que ir, e ficar brincando com a minha babá.
Algumas vezes uso o que tenho para segurá-lo, não dou beijos, nao falo tchau, não deixo ele me dar um beijinho de despedida, mas não adianta muito e já estou vendo que terei que mudar a estratégia ou me conformar que ele tem que ir, e ficar brincando com a minha babá.
Tô difícil
Há algum tempo aviso para a minha tia da escola sobre o que penso e minhas ações. Um belo dia, decidi que não dormiria mais na escola e assim foi feito e avisado. Virei para a minha tia e avisei: a partir de hoje eu não durmo mais de tarde. E assim tem acontecido desde então, com raras exceções.
Outro dia, cheguei na creche e não estava com muito bom humor e avisei para minha tia: hoje estou muito difícil. E assim foi a tarde toda, estava realmente irritada, sem vontade de brincar com meus amigos, fazendo birra etc. Foi um dia difícil para mim e para a tia Angela.
No dia seguinte, já tinha dormido melhor, visto meus pais etc. e estava com outro humor, e logo tranquilizei-a: tia, pode ficar calma que hoje eu estou fácil...
Outro dia, cheguei na creche e não estava com muito bom humor e avisei para minha tia: hoje estou muito difícil. E assim foi a tarde toda, estava realmente irritada, sem vontade de brincar com meus amigos, fazendo birra etc. Foi um dia difícil para mim e para a tia Angela.
No dia seguinte, já tinha dormido melhor, visto meus pais etc. e estava com outro humor, e logo tranquilizei-a: tia, pode ficar calma que hoje eu estou fácil...
30 de agosto de 2010
Uniforme do Fluminense
Meu pai me deu de presente um uniforme completo do Fluminense, co direito a camisa oficial, short e meião. Acho muito legal colocar o uniforme todo e, quando visto, faço meu pai colocar a camisa dele também.
No domingo foi assim, acordei, brinquei um pouco, tomei banho e lá pelas tantas, já que meu pai estava vendo na televisão uma reportagem sobre o Fluminense, tive a ideia de colocar o meu uniforme e, claro, fazer meu pai vestir a camisa dele.
Como depois íamos para a casa da vovó Irene e depois para a da bivó Elsa, minha mãe começou a ficar preocupada e perguntar: você vai com essa camisa Aninha? vamos tirar pelo menos esse short? E eu impassível, querendo usar tudo. Com muita conversa meu pai conseguiu me convencer que o meião não valia a pena colocar, e o short poderíamos colocar em cima da calça. Minha mãe queria ainda trocar a calça, de preta para rosa, se conformando que a filha dela ia sair com a camisa do Flusão.
No final das contas, acabei ficando em casa com o uniforme, mas na hora de sair, coloquei um vestido mesmo.
No domingo foi assim, acordei, brinquei um pouco, tomei banho e lá pelas tantas, já que meu pai estava vendo na televisão uma reportagem sobre o Fluminense, tive a ideia de colocar o meu uniforme e, claro, fazer meu pai vestir a camisa dele.
Como depois íamos para a casa da vovó Irene e depois para a da bivó Elsa, minha mãe começou a ficar preocupada e perguntar: você vai com essa camisa Aninha? vamos tirar pelo menos esse short? E eu impassível, querendo usar tudo. Com muita conversa meu pai conseguiu me convencer que o meião não valia a pena colocar, e o short poderíamos colocar em cima da calça. Minha mãe queria ainda trocar a calça, de preta para rosa, se conformando que a filha dela ia sair com a camisa do Flusão.
No final das contas, acabei ficando em casa com o uniforme, mas na hora de sair, coloquei um vestido mesmo.
Apresentação de balé
sábado na própria escola de balé, em Icaraí. O que eles chamam de aula aberta.
Nessa aula, fiz as atividades de uma aula normal, como a borboleta, a abelhinha e assim por diante. É claro que, com uma platéia tão grande, com meus pais e os das minhas coleguinhas, fica difícil concentrar, mas fui bem até o finalzinho.
A foto está ruim, pois papai tirou do celular e acho que ele ainda não aprendeu direito...
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