Como meu pai descobriu as maravilhas do rádio pelo celular, outro dia cheguei em casa e lá estava ele ouvindo o jogo do Fluminense outra vez. Na hora pedi para ouvir junto e ficamos os dois, cada um com um fone.
Ouvi um pouco e depois foquei no desenho da Ariel que minha mãe colocou. Meu pai ficou do meu lado, ouvindo o jogo dele. Lá pelas tantas ele fala comigo "ouve só" e coloca o fone no meu ouvido e só ouço um "gooooooooooooooooooooooooooooooooooool do Fluminense". Achei muito legal e virei para o meu pai e falei empolgada, "gol do Fluminense!" Papai todo orgulhoso respondeu, é sim, viu só?
O time estava em noite inspirada e papai ainda colocou mais três vezes o fone no meu ouvido para que eu ouvisse o moço do rádio gritando gooooooooooooool do Fluminense. Assim, fui dormir satisfeita por escutar algo que eu entendesse e que me deixou feliz, muito mais pela vibração do meu pai do que pelo resultado.
Mostrando postagens com marcador Fluminense. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Fluminense. Mostrar todas as postagens
20 de outubro de 2010
30 de agosto de 2010
Uniforme do Fluminense
Meu pai me deu de presente um uniforme completo do Fluminense, co direito a camisa oficial, short e meião. Acho muito legal colocar o uniforme todo e, quando visto, faço meu pai colocar a camisa dele também.
No domingo foi assim, acordei, brinquei um pouco, tomei banho e lá pelas tantas, já que meu pai estava vendo na televisão uma reportagem sobre o Fluminense, tive a ideia de colocar o meu uniforme e, claro, fazer meu pai vestir a camisa dele.
Como depois íamos para a casa da vovó Irene e depois para a da bivó Elsa, minha mãe começou a ficar preocupada e perguntar: você vai com essa camisa Aninha? vamos tirar pelo menos esse short? E eu impassível, querendo usar tudo. Com muita conversa meu pai conseguiu me convencer que o meião não valia a pena colocar, e o short poderíamos colocar em cima da calça. Minha mãe queria ainda trocar a calça, de preta para rosa, se conformando que a filha dela ia sair com a camisa do Flusão.
No final das contas, acabei ficando em casa com o uniforme, mas na hora de sair, coloquei um vestido mesmo.
No domingo foi assim, acordei, brinquei um pouco, tomei banho e lá pelas tantas, já que meu pai estava vendo na televisão uma reportagem sobre o Fluminense, tive a ideia de colocar o meu uniforme e, claro, fazer meu pai vestir a camisa dele.
Como depois íamos para a casa da vovó Irene e depois para a da bivó Elsa, minha mãe começou a ficar preocupada e perguntar: você vai com essa camisa Aninha? vamos tirar pelo menos esse short? E eu impassível, querendo usar tudo. Com muita conversa meu pai conseguiu me convencer que o meião não valia a pena colocar, e o short poderíamos colocar em cima da calça. Minha mãe queria ainda trocar a calça, de preta para rosa, se conformando que a filha dela ia sair com a camisa do Flusão.
No final das contas, acabei ficando em casa com o uniforme, mas na hora de sair, coloquei um vestido mesmo.
19 de agosto de 2010
Piscina x Fluminense
Estamos no inverno aqui em Niterói e, apesar de não ser frio como a terra dos meus avós paternos, onde moramos faz um friozinho legal.
Em um domingo desses acordei com vontade de ir para a piscina. Como estava meio resfriada, com nariz escorrendo, meus pais explicaram que não dava, que estava frio, que não era dia de ir para a piscina etc. Não satisfeita, eu insisti, até que papai combinou comigo o seguinte: se algum adulto aceitasse entrar na piscina, eu iria. Não iria só com meu primo, que era minha idéia inicial.
Automaticamente chamei meu pai, que disse que não iria, e logo depois minha mãe, que deu a mesma resposta. Fiquei na minha, esperando outro momento.
Pouco depois, meu pai veio me contar todo empolgado que o Fluminense ia jogar mais tarde. Entrei na empolgação dele e sugeri: vamos vestir a camisa do Fluminense? Meu pai se encheu de orgulho e respondeu mais empolgado ainda: sim, vamos colocar as nossas camisas. Sentindo que ele estava eufórico com a minha idéia, completei: então vamos fazer o seguinte, a gente vai para a piscina, e quando a gente sair, colocamos a camisa do Fluminense. Combinado?
Papai fez uma cara meio de decepção, pela relação piscina e camisa do Fluminense, e meio que querendo rir da minha sacada. No fim das contas, acabei indo para a piscina, não com o papai, mas com a minha prima Duda e meu primo Leonardo.
Em um domingo desses acordei com vontade de ir para a piscina. Como estava meio resfriada, com nariz escorrendo, meus pais explicaram que não dava, que estava frio, que não era dia de ir para a piscina etc. Não satisfeita, eu insisti, até que papai combinou comigo o seguinte: se algum adulto aceitasse entrar na piscina, eu iria. Não iria só com meu primo, que era minha idéia inicial.
Automaticamente chamei meu pai, que disse que não iria, e logo depois minha mãe, que deu a mesma resposta. Fiquei na minha, esperando outro momento.
Pouco depois, meu pai veio me contar todo empolgado que o Fluminense ia jogar mais tarde. Entrei na empolgação dele e sugeri: vamos vestir a camisa do Fluminense? Meu pai se encheu de orgulho e respondeu mais empolgado ainda: sim, vamos colocar as nossas camisas. Sentindo que ele estava eufórico com a minha idéia, completei: então vamos fazer o seguinte, a gente vai para a piscina, e quando a gente sair, colocamos a camisa do Fluminense. Combinado?
Papai fez uma cara meio de decepção, pela relação piscina e camisa do Fluminense, e meio que querendo rir da minha sacada. No fim das contas, acabei indo para a piscina, não com o papai, mas com a minha prima Duda e meu primo Leonardo.
Marcadores:
Ana Luisa,
Fluminense,
histórias,
piscina
20 de novembro de 2009
Fluminense
24 de fevereiro de 2009
19 de fevereiro de 2009
Nense!
Assinar:
Postagens (Atom)
